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Fode Fode Patife

Fode Fode Patife

A carecona

02.05.11
Quis uma ironia do desatino que uma das melhores quecas do Patife tivesse sido proporcionada por uma gaja careca. Confesso que sou um pouco preconceituoso com a insuficiência capilar no escalpe de uma gaja. Uma tipa de cabelo rapado assemelha-se ao ex-árbitro italiano Collina e imaginar uma careca a soprar-me no apito pode originar uma dissonância cognitiva difícil de ultrapassar. Mas ela tinha uns olhos magnetizantes, profundos e vacilantes que lhe enfeitavam um rosto de linhas suaves e delicadas. Pelo menos foi o que me disseram, que eu cá só reparei no ganda par de tetas que desafiava a lei da gravidade e me desfocava a visão. Depressa achei que o facto de ter encontrado uma mulher careca deveria ser um sinal cósmico, já que ela é carecona e o Patife quer é cona. Dou grande importância a estes paralelismos fonéticos. Considero-os as rimas da vida e um aviso do além. Por isso avancei. Mas, ó sorte marreca, quem iria imaginar que uma gaja de cabeça completamente rapada mandava a maior farfalheira da história da pachacha? Uma autêntica farfalhuda da selva da qual não custava imaginar que pudesse saltar ali do meio um puma a qualquer instante. Que completa falta de simetria capilar. Sou só eu a notar a falta de mau gosto e a incoerência da questão? É o auge da publicidade sexual enganosa. Um ludíbrio imaginativo. Uma finta desleal ao poder de dedução. Qualquer homem que se preze e com o mínimo de tesão assim que vê uma gaja de cabelo rapado põe-se a imaginar um papinho de cona onde se pode fazer patinagem artística e fazer deslizar o nabo, dando a ilusão de estar a brincar num escorrega chonal. Mas aquilo intrigou-me e tive de aprofundar com tesão. E deixem-me que vos diga: Ainda bem que lhe dei o benefício da pívia.

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