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Fode Fode Patife

Fode Fode Patife

A rata-pingada

26.05.11
No outro dia acordei com muita vontade de ouvir uma marmanjona a berrar à maluca. Por isso fui a um bar que estava na berra. Pareceu-me o local indicado para encontrar uma. Mas claro que o Patife não se contenta com qualquer uma, por isso não bastava que fosse uma que simplesmente berrasse. Como também andava com vontade de comer uns caracóis, tentei juntar o fútil ao agrafável e arranjar uma mariola de cabelos aos caracóis para agrafar por trás. E como com o Patife “querer é foder”, assim que ela entrou no raio do bar percebi logo que era a eleita. Ar altivo, voz quase tão bem colocada como eu costumo colocar o Pacheco, caracóis naturais e pose de gata-pingada, o que me levou a acreditar que a ia deixar de rata-pingada. E se há coisa com que o Patife pode é com uma rata pelo nabo. Claro que durante a conversa apeteceu-me chamar por diversas vezes a brigada anti-tédio, mas eu estava muito focado na berraria desenfreada que se adivinhava. Assim que a começo a despir deu logo a entender que o céu seria o limite para os excessos vocálicos que seria capaz de fazer. A cada toque de pele ela gemia muito mais do que lhe seria exigido. Mas entre gemidos sem eira nem beira soltou um: Chama-me puta! Oh diabo. Já tratei muitas como putas, e oh se gostam, mas acho indelicado meter isso por palavras. Ainda tentei perguntar se podia meter isso por actos, mas ela estava lançada e atalhou o meu raciocínio: Sim, sim, sou uma putalhona! Até o Pacheco lá em baixo fez uma pausa para processar a informação. Para compensar o facto de não a ter chamado como pediu, tive o cuidado de lhe deixar uma notinha no final. Curiosamente não gostou de ser tratada da forma como, expressamente, me pediu. Nunca hei-de perceber tamanha falta de coerência feminina.

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