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Fode Fode Patife

Fode Fode Patife

A Volta ao Mundo em 80 Cricas

07.09.10
No ano passado o mês de Agosto passou a correr. Já este ano o Agosto passou a foder. O que dá sempre jeito para ajudar a cumprir o maior sonho do Patife: “A Volta ao Mundo em 80 Cricas”. São 80 Cricas internacionais, cada uma do seu país sem valer repetições, que o Patife tem de comer antes de morrer. É um desejo muito antigo do Patife, e que também assiste às grandes estrelas internacionais: é que gostamos de andar na boca do Mundo. Antes destas férias já tinham marchado 32 de nacionalidades distintas, mas após este mês o Patife ficou um pouco mais perto de cumprir esse desafio épico que lhe vai valer a publicação de uma obra mais afamada que a do Júlio Verne.
Mas não foram umas férias fáceis, meus caros. É que eu não sou poliglota, apesar de ter uma polipichota. Por isso, enquanto fã incondicional de jogos de linguagem, a coisa fica complicada para dar à língua. Apesar de ter encontrado várias que davam à língua como se não houvesse Setembro. Ainda me diverti com uma chinesa que ficou espantada como o tamanho do meu marsapo vergal e então comecei a ensinar-lhe como se dizia “grande” em português. Ela depois apontava para o Pacheco e dizia: Glande, Glande. O que também estava certo, por isso não fui capaz de a emendar. Mas de resto foi muito cansativo e fiquei a saber que, das duas uma: Ou elas andam mais fáceis, ou o Patife está cada vez mais parvo. É que as mulheres gostam de parvoíce. E o Patife sabe usar a parvoíce como charme de arremesso. Sei que estão a duvidar mas olhem que há uma pontinha de verdade nisto. Só que é uma pontinha igual à do Pacheco por isso é quase uma verdade absoluta. Aliás, a meio das férias pus-me a pensar (digo sempre “pus-me a pensar” porque invariavelmente são pensamentos infectos, daqueles cheios de pus): Haverá alguma ligação entre o facto de ser sexualmente compulsivo e sempre ter ouvido a minha mãezinha dizer para partilhar os meus brinquedos? Dúvida existencial de densidade extrema que me ocupou a mente até aparecer um par de bombocas copa D à minha frente. Mas avante. Acabei de chegar de férias e por isso não posso fazer um relato completo. Para já, conto-vos apenas que passei duas semanas num cruzeiro. Palavra de honra que nunca tinha visto tantas mulheres solteiras ou divorciadas juntas e tão esfomeadas. O que me deixou logo feliz porque se há coisa que eu sei é que não há fome que não dê com a minha fartura.

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