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Fode Fode Patife

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A Volta ao Mundo em 80 Cricas – Parte II

09.09.10
Se bem que parti umas vinte. Só duas, a título de exemplo, foram na Turquia. Nenhuma delas turca. Lá conheci uma italiana e uma Basca que estavam sempre juntas. Ah, como ficavam bem juntas a Paloma e a Maria. Andavam sempre a provocar-me mas aquilo não andava fácil. Apenas relaxei porque sei que Paloma e Maria não se fizeram num dia. Mas ao segundo dia já cá cantavam no falo. Na manhã seguinte até cantaram de galo, muito provavelmente porque ainda estavam as duas agarradas ao meu poleiro. Fiquei também a saber que as tunisinas não sabem mamar no palhaço. É que há mamar e mamar, há que me vir e voltar. Mas aquilo não havia modo. A tunisina mamava no palhacito com tanta falta de jeito que foi um sarilho para o manter direito. E não me acusem de estar a fazer injustas generalizações. Eu selecciono um espécimen feminino, que tomo como representativo de toda a população de determinado país e depois a pátria tem de arcar com as consequências de generalização. Assim pode ser que invistam mais na formação em turismo sexual. Já com a Russa tive direito a brincar com o par de chuchas mais perfeito e gigante que estes dedos tiveram o prazer de apertar à bruta e torcer – sempre no sentido dos ponteiros do relógio. Eram umas autênticas montanhas-russas que até me deixaram com a cabeça a andar à roda. Em Itália também foi curioso porque se há coisa que aquela gente gosta de fazer é de dar à língua. Aliás, ouso mesmo dizer que devo ter conhecido a mulher mais tagarela do mundo. É que não se contentava com dois dedos de conversa. Tinha sempre de lhe meter pelo menos três. Na Albânia, uma das escalas do cruzeiro, também icei a minha bandeira desta senda internacional. Uma albanesa em terra, a dado momento, disse-me qualquer coisa como: Ju lutem të më çoni në shtrat. Ao que tive de responder: Ó filha, mas achas que eu te percebo? Troca-me lá isso por miúdas. E ela trocou. Por três, na verdade. Bem sei que segundo as regras que eu próprio fiz para a Volta ao Mundo em 80 Cricas só conta uma por cada nacionalidade. Mas enfim, aqui não há bela sem tesão. Por isso subiram a bordo. Já o Pacheco subiu às bordas.

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