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Fode Fode Patife

Fode Fode Patife

Apneia pachecal

17.02.11

Contrariamente ao que possam pensar até gosto de coisas ligadas ao coração. E tenho um carinho especial por aquelas moças que a dado momento dizem que me abrem o coração. Até porque, para o Patife, coração é uma ração em forma de cu. Isto a propósito da gaja que papei esta noite e que mais parecia a versão pandeireta da garganta funda. Tinha uma bilha tão funda, tão gasta e tão lassa que o Patife quase ficou com o nabão a abanar. Ora o Patife é um arrebenta-bilhas de primeira divisão e por isso sabia que alguma coisa de mal se passava com aquele rabo. A gaja, topando a minha falta de entusiasmo pela sua peida-relaxada, tratou de se armar em chica-esperta: Coitadinho, o Pacheco parece um fantoche. Pára tudo! Se ela merecesse uma resposta com classe e educada responderia que o fantoche estava a precisar de uma rima. Mas como não gosto de espertezas-saloias rosnei, ao mesmo tempo que a virava à bruta: Fantoche? Pois aqui o fantoche está a precisar mazé de um broche. E pronto. Sujeitei-a à maior carga de bombada oral da história da sexualidade abocanheira. Eu cá não sou de intrigas, mas confesso que a dado momento fiquei assustado com os olhos revirados da mocita após o tempo que ficou em autêntica apneia pachecal. É que o Pacheco mais parecia um tractor a lavrar aquela oralidade.

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