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Fode Fode Patife

Fode Fode Patife

Dia de folga

21.09.10
São os dias que mais aprecio. Isto porque trabalho muito e mereço uns dias de folga. Mas também porque conheço muitas mulheres folgadas. Aliás, todas as mulheres ficam com uma folga maior depois de estarem com o Patife. Mais folgadas, portanto. As folgadas só têm um problema genérico: Não dão muito valor ao tempo e fartam-se de entrar em conversa de chacha. Mas por incrível que pareça adoro uma mulher com conversa de chacha. Pois essas estão mortinhas por dar a pachacha. Mais não seja por coerência fonética. Mas antes que me disperse do importante assunto que domina estas linhas: hoje acordei a precisar de um dia de folga. É que me levantei mesmo cheio de sono. Em passo lento a caminho do quarto de banho só pensava que me apetecia passar pelas brasas. Especialmente por aquelas duas que vi sentadas no Chiado ontem ao final da tarde. Mas lavei a cara e obriguei-me a sair de casa. Andar a pé era coisa que não me apetecia por isso decidi apanhar o meu querido 28. Até porque sempre que entro no 28 recordo um dos grandes sonhos do Patife que é fazer 30 por uma linha. De eléctrico, claro está. Já estou a imaginar o Patife a aviar 30 de seguida pela linha do eléctrico por Lisboa dentro. Um dia hei-de conseguir. Mas continuando: o eléctrico estava cheio de gente e entre curvas lá houve uma estrangeira que, inadvertidamente, esfregou a pandeireta no meu nabo. É logo um sarilho porque o Pacheco é uma espécie de lâmpada mágica de Aladino. Basta esfregar que aparece logo o Génio do Pinanço. Por isso encetei conversa e comecei a fazer perguntas. É que eu sou um gajo muito curioso, o que me dá a desculpa perfeita para lhes andar sempre a meter o bedelho. A turista, via-se bem pela forma como procurava o equilíbrio no eléctrico com as pernas bem mais abertas do que lhe seria exigido, estava mortinha por uma visita guiada e desafiou-me para um tour diferente e único. Uma nova visão das colinas de Lisboa. Ora aqui o vosso amigo Patife adora desafios. Posso mesmo dizer que venço qualquer desafio em que me meto e em que me meito. Por isso é que o Pacheco também é conhecido como o Esperminador Implacável. E como ela ia embora no dia seguinte e não havia riscos de querer uma relação e essas coisas que me enfastiam, preparei-lhe uma bela refeição. Ela gostou da minha comida caseira. Mas não tanto como eu gostei da sua comida traseira.

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