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Fode Fode Patife

Fode Fode Patife

Diário de Bordas do Patife VI

16.03.21

Um dia do diário de bordas do Patife transcrito sem censuras, sem espartilhos dos bons-costumes, nem grilhões da consciência ou amarras da razão. Não será o medo da loucura que me fará arrear a bandeira do tesão. Hasteada na ponta mais alta do meu sardão.

11 de Março

Gostava que os maridões desta vida tivessem noção que a maioria das mulheres que pino é casada. No meio de tanto fornicanço, sou capaz de ser a pessoa mais honesta que já passou em todos os lençóis de esconjuro por onde já pinei. Pelo menos não estou a enganar ninguém, além de mim próprio. (Esta foi tão profunda, que cheguei mesmo a soltar uma pequenina lágrima de meita da gaita).

Hoje recebi uma mensagem de um engate e quase que fiquei com o sardão derretido. Enfim, um dia da caça, outro do caçador.

O apressado come cru. A apressada come no cu. Check.

A minha picha ajuda quem cedo madruga. E também acode quem pouco dorme.

Durante a semana recebi vários convites de fodas passadas para voltar a pinar. Mas fodas passadas não movem o meu moinho.

Esta serigaita só não tinha completamente ar de vaca porque ainda mantinha um certo ar juvenil e inocente. Por momentos fiquei a pensar na sorte da bezerra.

De boas intenções está a minha cama cheia. De meita também.

Este mês escrevi 174 vezes a palavra meita. Devo ter tanta cá dentro contida pela pandemia que me transborda ilegível pelos dedos e pela boca. Com tanta meita ainda inicio uma seita.

 

Da série “Diário de Bordas do Patife”:

Diário de Bordas do Patife I
Diário de Bordas do Patife II
Diário de Bordas do Patife III
Diário de Bordas do Patife IV
Diário de Bordas do Patife V

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