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Fode Fode Patife

Fode Fode Patife

Foda à vista, Pachecão.

04.05.10
Haviam de ver a tipa que afinfei ontem à noite. Aquilo foi foda à primeira vista. Quando a avistei no chiado com os cabelos soltos pensei logo para comigo: Patife, a gaja está a provocar-te. Aquilo é para malhar a noite toda. Bem dito, bom peito. Uma gaja soltar os cabelos num dia de vento é como içar uma bandeira bem alto com a roupa interior molhada. Que era como ela devia estar. É estar a pedi-las. È provocar um bom tipo como o Patife que perde o Norte em terras do Sul. Tomei aquilo como um apelo explícito ao pinanço e o meu pacheco não se faz rogado. Começa a latejar como um miocárdio em vias de enfarte e nem com desfibrilhador consigo demovê-lo. Já não há volta atrás. Se bem que dava uma volta atrás dela, que tem daqueles rabos empertigados a pedir para serem castigados. Mas agora é tarde. Já só penso em malabarismos sexuais e as calças já não conseguem suster o latejanço. A culpada que se ajoelhe. Por falar nisso, às vezes penso que o pacheco merecia ser canonizado pois já meteu mais gajas de joelhos que qualquer peregrinação a Fátima. Mas continuando: Aquilo foi tão foda à primeira vista que no segundo após a ter abordado no meio da chiado já estávamos enrolados na cama de um hotel. Assim que a ordinareca se montou no pacheco, começou a mexer-se como uma lampreia com cio, fitando-me com olhar de abutre faminto. E, meus caros, não me quero gabar. Mas o ritmo de bombada foi impressionante ao ponto de lhe ter deixado a pachacha tão em brasa que até accionou o sistema de alarme de incêndios do hotel.

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